DOMINGO, 15 DE DEZEMBRO DE 2019

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FONTE: GLOBO.COM - RSS

César Menotti & Fabiano entram na onda da bachata em EP que antecede registro de show


César Menotti & Fabiano continuam dançando conforme a música que dita o ritmo do mercado sertanejo. Formada por irmãos, um paulista e outro de origem paranaense, a dupla foi uma das pioneiras do subgênero rotulado como sertanejo universitário ? um dos principais motores acionados da indústria fonográfica brasileira ao longo dos anos 2000 ? e, com a suplantação dessa moda sertaneja, perdeu visibilidade. Tentando se atualizar no mercado, Os Menotti entram na onda da bachata, ritmo dominicano incorporado ao universo pop sertanejo. É no passo dançante da bachata que a dupla gravou Só mais uma verdade, música de autoria de Vine Show que alavanca EP intitulado Verdades e lançado na sexta-feira, 13 de dezembro. Com mais três músicas inéditas (Desespero, I love e Luciana), o EP Verdades antecede registro audiovisual de show que será gravado em 2020 por essa dupla de origem mineira que entrou em cena em 2001 na cidade de Belo Horizonte (MG).

Categoria: G1
Data: Domingo, 15 de Dezembro de 2019, 00:05:50 hr

Árvore de Natal da Lagoa, no Rio de Janeiro, é acesa e deve atrair milhares de pessoas

São 70 metros de altura, equivalente a um prédio de 24 andares, com 900 lâmpadas de LED formando laços, anjos e sinos. Árvore de Natal da Lagoa, no Rio de Janeiro, é acesa e atrai milhares de pessoas Um dos cartões postais mais famosos do Rio de Janeiro entra, neste sábado (14), no clima de Natal, e deve atrair milhares de visitantes de várias cidades. Shihani ainda era uma adolescente quando viu a Árvore de Natal da Lagoa, no Rio, pela primeira vez. Agora, trouxe os filhos. ?Eles gostam disso: ?ah, minha mãe viu, agora eu que tô vendo?. Tem muita fantasia infantil envolvida nisso? 23 anos depois, a árvore da Lagoa Rodrigo de Freitas é uma tradição da cidade. ?Eu tenho amigos que vem aqui todos os anos. É um rito, tipo, chegou a época do Natal, a árvore da Lagoa acende?, afirma a economista Sara Siqueira. São 70 metros de altura, equivalente a um prédio de 24 andares. Novecentas lâmpadas de LED formam laços, anjos, sinos. É em um contêiner com computadores e um emaranhado de fios que é feito o controle da coreografia das luzes. Eles acendem os desenhos que enfeitam e dão vida a essa estrutura metálica que é a Árvore da Lagoa. O espetáculo se repete a cada cinco minutos e tem um efeito mágico em quem espera por ele. A plateia chegou cedo a uma curva com vista privilegiada. Desde a inauguração, em 1996, a árvore de natal deixou de ser montada em 2016 e 2017, por causa da crise. Fez falta. ?Tem uma simbologia sim, e quando ela não teve, fez uma falta danada?, afirma a socióloga Cecília Ines. A partir de 2018, a Árvore de Natal carioca ficou quinze metros menor, pra reduzir o custo. O que não diminuiu foi o encantamento que ela provoca, majestosa ali, no cenário de cartão postal. ?É muito bom quando acende aquelas luzes, o coração pulsa mais forte. Amo, amo vir aqui. Fico muito emocionada. Adoro!?, festeja a aposentada Janete Carvalho.

Categoria: G1
Data: Domingo, 15 de Dezembro de 2019, 23:45:08 hr

Centro histórico de São Paulo atrai visitantes com diferentes atrações natalinas

Atrações, que vão do folclore a projeções tecnológicas, são todas gratuitas. Tem as tradicionais árvores decoradas, bonecos gigantes e até pista de patinação de gelo. Atrações natalinas gratuitas chamam atenção em SP Em São Paulo, o clima de Natal se espalhou pelo centro da cidade, com atrações que vão do folclore a projeções tecnológicas. Tudo de graça. As tristezas do coração da cidade continuam, mas a alegria bem brasileira vai chegando, provocando, e os sorrisos vão se abrindo. Eles são os palhaços da Folia de Reis, uma interpretação do nosso folclore para o início da história de Jesus e a perseguição de Herodes às crianças. ?Eles tê uma função muito importante na Folia de Reis, que é distrair o mal para que o bem vença. Iludir o soldados para que os Três Reis Magos pudessem ir até o nascimento do menino Jesus?, explica o curador artístico, Diego Dionísio. Os músicos da Serra da Mantiqueira transportaram a confeiteira, Nair Aparecida, para a infância, em Minas Gerais: ?Meu pai cantava na Folia de Reis. Ia nas casas, chegava lá davam um café. Era muito feliz". Os bonecões que decoram o prédio na Praça da Sé e que dançam para trabalhadores, moradores de rua, consumidores e turistas, deixam o Natal com um jeito mais brasileiro. ?Muito legal incentivar a cultura nacional?, diz a professora de música, Mariana Franzin. Do lado fora, o Pátio do Colégio, o lugar onde São Paulo nasceu há 465 anos. Do lado de dentro, a atração mais tecnológica desse Natal no centro da cidade. Não importa a hora do dia, o cineminha com cara de planetário vai promover um momento de relaxamento natalino para o espectador. Mas quem prefere um pouco mais de adrenalina, aos pés do Mosteiro de São Bento, vai pegar fila e encontrar. A pista branca e gelada fez a Lívia se sentir na terra do Papai Noel. Ela viajou: ?Eu estou na minha casa, que está nevando. Papai Noel, as renas dele?. Dava para escolher entre a prudência e os tombos, mas quem cai logo se levanta e se diverte num movimento que é também desejo de Natal. ?Hoje a gente pede mais amor, mais amor, que as pessoas sejam mais solidárias umas com as outras?, fala a balconista desempregada, Ivana Ribeiro. ?Espero saúde, emprego, alegria, trabalho para todo mundo?, deseja a advogada Juliana Pera.

Categoria: G1
Data: Domingo, 15 de Dezembro de 2019, 23:29:07 hr

Coqueiro é usado como esconderijo de arma, drogas e R$ 15 mil em Fortaleza; três são presos


Material estava dentro de uma sacola, na copa da planta. Polícia localiza sacola com drogas, armas e dinheiro escondida em coqueiro. Reprodução/ Polícia Militar Uma denúncia anônima levou a polícia a descobrir que a copa de um coqueiro estava sendo usado como esconderijo de arma, quatro quilos de cocaína e R$ 15 mil na Rua Eunice, no Bairro Paupina, em Fortaleza, na tarde deste sábado (14). Três suspeitos de esconderem o material foram presos durante a ação. De acordo com a polícia, os agentes foram informados que criminosos estariam traficando na região. Ao chegar no endereço indicado, três homens estavam dentro de uma residência. Foi feito uma revista no local, onde foram encontrados papelotes de maconha. Conforme a polícia, durante as buscas os suspeitos confessaram que o material estaria escondido em cima de um coqueiro, localizado em um terreno baldio próximo a casa. Os policiais foram até o local, o coqueiro foi derrubado e dentro de uma sacola que estava na planta foi localizado o material. Um jovem de 18 anos, um homem de 20 anos e outro suspeito que não teve a identidade revelada foram encaminhados para o 30º Distrito Policial, delegacia plantonista da região, no Conjunto Palmeiras, onde foram autuados. Ainda segundo a polícia, o suspeito de 20 anos estava usando tornozeleira eletrônica e havia saído do presídio há três meses, por tráfico de drogas. Três homem foram presos e encaminhados para o 30º Distrito Policial, onde o material ficou apreendido. Polícia Militar/ Divulgação

Categoria: G1
Data: Domingo, 15 de Dezembro de 2019, 23:26:34 hr

Festival musical homenageia vítimas do rompimento da barragem de Brumadinho

A música tem sido aliada de parentes dos mortos e, neste sábado (14), a filha de um deles, que acaba de ganhar festival, subiu ao palco com o multi-instrumentista Marcus Viana. Apresentação musical homenageia vítimas do rompimento da barragem de Brumadinho O rompimento da barragem da Vale, em Brumadinho, vai completar um ano no mês que vem. E a música tem sido uma aliada na luta contra o sofrimento de quem perdeu parentes e amigos na tragédia. Saudade é um sentimento que a Mariana aprendeu a descrever cedo demais: "Lembranças boas das pessoas que marcaram a nossa vida". A tragédia da Vale em Brumadinho tirou dela dois tios e o pai. ?Ele era uma pessoa muito alegre. Pra te falar a verdade, eu acho que era a pessoa mais alegre que eu já conheci na minha vida toda?, afirma. O recomeço veio da música, que também era uma paixão do pai: ?A gente cantava música da igreja também, cantava samba, que era o ritmo preferido dele. Sabe quando a gente está triste, está muito triste, e pensa que nunca mais vai ser feliz de novo? Então, foi isso. Ele trouxe alegria de novo pra mim com a música?. Esse renascimento da Mariana, que simboliza tanto o Natal, tem um grande significado pra quem vive em Brumadinho e teve um ano tão difícil. É esperança, é a crença de que a vida precisa seguir. A música interpretada por ela num projeto social ganhou o primeiro lugar num festival nacional de canção e hoje ela dividiu o palco com o multi-instrumentista Marcus Viana. ?O que a gente vai fazer aqui hoje é nada mais q fazer o céu encostar na terra e provocar um grande beijo assim. E a gente tentar que a música traga esse beijo que os corações precisam tanto?, fala o músico. A apresentação faz parte do projeto A Arte Abraça Brumadinho, criado depois do desastre. ?Esse vai ser um Natal muito difícil para essa comunidade. Vai ser o primeiro Natal sem o marido, sem a esposa, sem os filhos, sem os pais. A ideia foi contar como essas pessoas estão reagindo a esse momento, com uma mensagem de fé, de esperança?, explica Carlos Alberto Araújo, idealizador do projeto. Três vídeos em homenagem às 270 vítimas do desastre e aos moradores de Brumadinho foram exibidos, simbolizando os presentes dos reis magos ao menino Jesus. ?O que a gente quer tirar disso tudo é alegria, porque meu marido era um cara muito alegre. Então, é o que a gente quer, alegria?, diz a mãe de Mariana, a professora Claudiana do Carmo Gomes Nascimento.

Categoria: G1
Data: Domingo, 15 de Dezembro de 2019, 23:15:21 hr

Novo presidente da Argentina anuncia aumento de impostos sobre as exportações de grãos

A menos de uma semana no cargo, Alberto Fernández também dobrou a indenização por demissões sem justa causa. Novo presidente da Argentina anuncia aumento de impostos sobre exportações de grãos O novo presidente da Argentina, Alberto Fernández, anunciou um aumento de impostos sobre as exportações de grãos - e também da indenização por demissões sem justa causa. Aqui no Brasil, ainda é cedo para falar qual será o impacto para o bolso de quem vai comprar aquele pãozinho ou um pacote de macarrão, por exemplo. O decreto foi publicado na manhã deste sábado (14) pelo recém-empossado presidente da Argentina, Alberto Fernández, e estabelece, além do aumento de impostos, o aumento no custo para a demissão de trabalhadores - dobrando a indenização para demissão sem justa causa. O governo argentino justificou que houve uma desvalorização do valor do peso frente ao dólar e que a grave situação das finanças públicas exigia medida urgente. O aumento de impostos sobre as exportações de produtos agrícolas atinge os grãos: as exportações de produtos que eram tributados a uma taxa de, no máximo, quatro pesos por dólar passam a ter uma alíquota cheia. No caso do trigo, será de 12%. A Argentina é o principal fornecedor de trigo do Brasil. É responsável por 80% por cento do que importamos entre janeiro e novembro deste ano. Os ministérios da Agricultura e da Economia ainda estudam o impacto da medida, se ela pode significar aumento de preços. Para isso, precisam saber se os exportadores argentinos vão repassar o aumento das taxas para o preço final do produto no mercado internacional. O governo brasileiro já está de olho em outros mercados e, em caso de aumentos, pode intensificar o comércio com outros grandes produtores de grãos, como Estados Unidos e Canadá. Na viagem que fez a Washington em março, o presidente Jair Bolsonaro assinou acordo com o presidente americano, Donald Trump, para implementar uma cota isenta de tarifa para importação de trigo dos Estados Unidos. "Se o preço de lá ficar mais caro, certamente outros produtos. de outros países, o trigo de outros países, ficará em melhores condições de competitividade e poderão ganhar um espaço. Isso aconteceu em outros anos, quando houve uma queda na produção da Argentina por conta da safra deles", diz Flávio Bettarello, secretário do ministério da Agricultura.

Categoria: G1
Data: Domingo, 15 de Dezembro de 2019, 22:56:04 hr

Projeto de lei estuda restringir circulação de motos em corredores entre os carros

Propostas estão sendo discutidas na Câmara dos Deputados. Uma delas é permitir que as motos andem nas faixas entre os carros apenas quando o trânsito estiver parado ou bem lento. Congresso Nacional discute regras de trânsito para motos Um projeto de lei, em discussão na Câmara dos Deputados, pode mexer nas regras de uma convivência estressante, principalmente nas ruas e avenidas das grandes cidades. A trilha sonora é essa: buzinas de motos. E essa dança perigosa nas pistas é na disputa por espaço, numa cidade com 8 milhões de carros, ônibus e caminhões e mais 1 milhão de motos. ?Tem que tomar muito cuidado com eles. Na hora de trocar de faixa dar seta?, destaca o motorista Laércio Marques. ?Tem que pensar pela gente e por eles?, fala a professora Ana Carolina Barsotti Poloni. Olhos nos espelhos, sempre. ?Coloquei até um maior, para enxergar os dois lados. Mudei o retrovisor para enxergar melhor?, conta o dono de lavanderia Edson Rodrigues Bezerra. Motoristas pressionados. Motociclistas apressados e cada vez mais numerosos. Moto é emprego na era dos aplicativos de entregas, onde a rapidez é parte do negócio. ?Tem lógica andar atrás de carro com uma moto? Não tem. E o congestionamento, como que vai ficar??, questiona o motoboy Jonas de Souza. ?Quem tem a perder muito é a própria população mesmo, né? Que precisa às vezes de uma pizza, de um documento que chegue mais rápido. Vai acabar chegando bem mais tarde por causa disso, né??, acredita o motoboy Antonio Lima. À espera de serviço, um olho no trânsito e outro no celular. Isso só aumenta o risco de acidentes. No ano passado, 366 motociclistas morreram no trânsito de São Paulo. Um por dia. A proibição da circulação de motos entre os carros chegou a fazer parte do projeto original do Código Nacional de Trânsito, que está em vigor há mais de 20 anos. Mas o artigo acabou sendo vetado pela presidência da república, com a justificativa de não atrapalhar a fluidez do tráfego nem eliminar a vantagem de mobilidade das motos. Agora, o assunto volta a ser discutido no Congresso Nacional e com uma coisa quase todo mundo concorda: é preciso criar regras, onde elas, simplesmente, não existem. Uma das propostas é permitir que as motos andem nas faixas entre os carros quando o trânsito estiver parado ou bem lento. Proibir totalmente não é solução, diz o especialista em segurança viária. ?Primeiro, em questão de trânsito, você ia parar a cidade. Segundo, em questão de risco, ia aumentar muito o risco para os motociclistas?, afirma José Aurélio Ramalho. O próprio sindicato dos motoboys defende o limite de velocidade e regras para andar numa faixa virtual entre os carros. ?O corredor virtual, junto com a limitação de velocidade, que assim vai livrar o motoboy do acidente e ele vai estar consciente de que ele pode ser multado?, diz o diretor do sindicato Roderick de Morais. Anos atrás, São Paulo já testou uma faixa exclusiva, separada, só para motos. Não funcionou. Ela até estimulou acidentes, por excesso de velocidade delas. Este ano, a ideia foi proibir motos em pistas expressas, mais rápidas, das marginais. De janeiro a agosto do ano passado, a Marginal Pinheiros teve sete mortes de motociclistas. No mesmo período deste ano, só uma. Com ou sem lei específica, segue valendo a regra do bom senso.

Categoria: G1
Data: Domingo, 15 de Dezembro de 2019, 22:37:55 hr

VÍDEOS: JRO 2ª edição de sábado, 14 de dezembro de 2019


Veja o que foi notícia no estado. Veja o que foi notícia no estado.

Categoria: g1
Data: Domingo, 15 de Dezembro de 2019, 22:35:19 hr

Tamar atinge a marca de 40 milhões de filhotes de tartarugas soltos ao mar

É a recompensa de quatro décadas do trabalho de pesquisadores do projeto nas praias do Brasil; uma em especial, no Sergipe. Tamar alcança marca de 40 milhões de tartaruguinhas soltas no mar Uma conquista que parecia impossível: o projeto Tamar atinge a marca de 40 milhões de filhotes de tartarugas soltos ao mar. É um trabalho de preservação que mobiliza pesquisadores e a comunidade. Tem festa na praia. ?Para mim é a coisa mais linda de ver. A tartaruga desovando e voltando para praia?, diz o morador Jucivaldo Góis dos Santos. A alegria da comunidade é para comemorar uma vitória que custou a chegar. ?Nossos computadores estão sinalizando que nasceu o filhote 40 milhões?, conta Cesar Coelho, diretor do projeto Tamar de Sergipe. É a recompensa de quatro décadas do trabalho de pesquisadores do projeto Tamar nas praias do Brasil; uma em especial. Em Sergipe fica o maior berçário da menor espécie de tartaruga marinha: a oliva. São 125 km de praias com marcações onde ficam os ninhos. Ano passado, saíram desses ninhos 800 mil filhotes. É quase a metade do número de filhotes de todo litoral do Brasil. Os ninhos a perder de vista indicam que as tartarugas marinhas estão desovando cada vez mais. Nessa luta, o envolvimento da comunidade fez a diferença. ?A gente não tinha essa noção que hoje em dia nós temos. Não ligava para aquilo. Tenho histórico na família do meu pai mesmo, que já comeu desova, carne de tartaruga. E, hoje em dia, a gente sabe o que é a tartaruga para todos nós, né??, fala o voluntário Adriano da Silva. É um trabalho contínuo e desafiador. ?Ainda existem ameaças. Algumas do passado já estão controladas, como a coleta de desovas, mas existem ameaças persistentes como a interação negativa com pescaria de arrasto de camarão?, explica a bióloga Jackeline de Castilhos. Em pensar que, há dois meses, essa vitória esteve em risco com o derramamento de óleo que atingiu as praias do Nordeste em plena temporada de reprodução. Foi preciso agir rápido. Os filhotes foram retirados da areia às pressas e soltos em alto mar, bem longe da mancha. Mais do que nunca, esse é um esforço que precisa ser festejado.

Categoria: G1
Data: Domingo, 15 de Dezembro de 2019, 22:28:45 hr

Por que, apesar do desconforto, gostamos tanto de comidas com pimenta?


As pessoas comem pimenta há mais de 2 mil anos, mas nas últimas duas décadas o consumo disparou e os agricultores começaram a competir entre si para cultivar variedades mais fortes. Por que escolhemos desafiar nossos limites com comida? Getty Images/BBC No ano passado, médicos do pronto-socorro de um hospital dos EUA se apressaram para descobrir o que havia de errado com um homem que chegou ao local com náusea, fortes dores na cabeça e no pescoço. Após realizar uma bateria de exames ? incluindo uma tomografia computadorizada ?, eles chegaram à conclusão de que o paciente, de 34 anos, não havia sido envenenado ou contaminado por uma doença misteriosa. Na verdade, ele tinha consumido uma das pimentas mais ardidas do mundo: a notória Carolina Reaper, 275 vezes mais forte que a jalapeño. A ingestão da pimenta, durante uma competição, provocou o estreitamento de várias artérias em seu cérebro. Mas, para sua sorte, a condição era reversível ? e ele se recuperou completamente. Esse pode ser um exemplo extremo, mas milhões ? ou talvez bilhões ? de pessoas ao redor do mundo consomem regularmente comida apimentada, o que pode causar uma sensação de queimação na língua, nos deixar morrendo de sede ou com dor de estômago. Mas por quê? É um caso de amor que existe há milhares de anos e se mantém forte até hoje. Não é à toa que a produção global de pimenta malagueta verde saltou de 27 milhões para 37 milhões de toneladas entre 2007 e 2018. Instinto evolutivo Esses dados, da empresa de análise de mercado IndexBox, indicam que, em média, cada um de nós consumiu quase 5 kg de pimenta no ano passado. Como uma pimenta vermelha típica pesa cerca de 20 g, isso significa ter devorado 250 delas. Alguns países têm mais apetite por comidas picantes do que outros. Na Turquia, as pessoas consomem em média 86,5 gramas por dia ? é a média mais alta do mundo, bem à frente do segundo colocado, o México (com 51,0 gramas), famoso pela gastronomia apimentada. Mas por que gostamos tanto de comida picante? É uma história complicada que envolve nossa busca psicológica por fortes emoções e uma batalha contra os instintos evolutivos. Segredo da natureza Até o processo evolutivo pelo qual as pimentas desenvolveram a capsaicina, o componente responsável pela ardência, gera debate. Os cientistas sabem que as espécies se tornaram ardidas ao longo do tempo e criaram esse sabor picante para tentar impedir que fossem devoradas por mamíferos e insetos. Mas os pássaros parecem não ter problema com isso. Pesquisadores da Universidade do Arizona, nos EUA, descobriram o por quê dessa estratégia. Os sistemas digestivos dos mamíferos quebram suas sementes e impedem que germinem. Mas esse não é o caso dos pássaros: as sementes passam ilesas pelo sistema digestivo deles e são evacuadas prontas para germinar novas plantas. Mas, se as pimentas desenvolveram sua ardência para impedir os mamíferos de comerem os frutos da planta, por que isso não funciona com os seres humanos? É especialmente surpreendente, dado que os seres humanos também costumam associar gostos amargos a venenos ? e isso faz parte do nosso mecanismo evolutivo de sobrevivência. Mas o comportamento dos nossos ancestrais pode dar pistas de por que consumimos deliberadamente comida apimentada. Os únicos outros mamíferos além de nós a fazê-lo são os musaranhos chineses. Conservação Uma das teorias é que os seres humanos gostam de alimentos apimentados por causa de suas propriedades antifúngicas e antibacterianas. A tese é a de que as pessoas começaram a perceber que alimentos com sabor apimentado eram menos propensos a apodrecer ? a ardência era um sinal de que a comida não tinha estragado. Essa hipótese foi apresentada em 1998 pelos biólogos Jennifer Billing e Paul W. Sherman, da Universidade Cornell, nos Estados Unidos. Eles analisaram milhares de receitas tradicionais de 36 países com dietas à base de carne e descobriram que as especiarias eram usadas com mais frequência em regiões com clima mais quente, onde havia um risco maior de os alimentos apodrecerem. "Nos países quentes, quase todas as receitas à base de carne exigem pelo menos um tempero, e a maioria inclui muitas especiarias, especialmente temperos fortes, enquanto nos países mais frios, quantidades substanciais de pratos são preparados com pouco ou nada de tempero", concluíram. Países como Tailândia, Filipinas, Índia e Malásia estão no topo do ranking de uso de especiarias, enquanto Suécia, Finlândia e Noruega estão no pé da lista. "Acredito que as receitas são um registro da história da corrida coevolutiva entre nós e nossos parasitas. Os micróbios estão competindo conosco pelo mesmo alimento", diz Sherman. "Tudo o que fazemos com os alimentos ? secar, cozinhar, defumar, salgar ou adicionar temperos ? é uma tentativa de impedir que sejamos envenenados por nossos concorrentes microscópicos." Um antídoto para comida sem graça? Kaori O'Connor, antropóloga da alimentação, acrescenta outra pista. Ela explica que, assim como a cana-de-açúcar e as batatas, as pimentas permaneceram desconhecidas na Europa por séculos. Mas depois que os exploradores europeus chegaram às Américas e começaram a abrir rotas comerciais, elas se espalharam pelo mundo. "Elas (as pimentas) se espalharam por causa dos exploradores europeus", diz O'Connor. Seu sabor surpreendente foi rapidamente adotado na culinária de todo o mundo, incluindo na Índia, China e Tailândia. "Temos de imaginar que a comida na Europa era muito sem graça na época. Mas as pimentas logo aprimorariam seu sabor, em um processo semelhante à chegada do açúcar." Será que comemos pimenta em busca de fortes emoções? Getty Images/BBC Emoções e frio na barriga No entanto, existe uma teoria concorrente para explicar nosso amor pela pimenta: o relacionamento do homem com a comida picante seria resultado do chamado "risco restrito". Ela sugere que começamos a comer pimenta por causa do mesmo impulso de buscar fortes emoções que atualmente nos faz andar de montanha-russa ou saltar de paraquedas. Teste de ardência Esse conceito foi desenvolvido por Paul Rozin, professor de psicologia da Universidade da Pensilvânia, nos EUA, que se viu instigado pelo fato de que a grande maioria dos mamíferos não come pimenta. Em um experimento, ele ofereceu aos participantes pimentas cada vez mais fortes até eles não conseguirem suportar mais a ardência. As pessoas foram questionadas, em entrevistas, sobre o tipo de pimenta que mais gostavam. E escolheram o grau mais alto que poderiam suportar. "Os homens são os únicos animais que desfrutam de eventos que são negativos por natureza", explica Rozin. "Nossas mentes aprenderam a ter consciência de que não estamos em perigo, mesmo que nossos corpos reajam da maneira oposta." Tudo indica que gostamos de comer pimenta ardida pela mesma razão que gostamos de assistir a filmes de terror assustadores. Imagem e gênero A ciência também está interessada em entender por que algumas pessoas gostam mais de pimenta do que outras. Nadia Byrnes, cientista de alimentos, decidiu analisar a possibilidade de o gênero também desempenhar um papel no consumo de comida picante. Ela descobriu que os homens tendem a ser mais motivados por fatores externos, como mostrar a outras pessoas que são capazes de suportar pimentas fortes; enquanto as mulheres se interessam mais pela sensação de ardência em si. "No México, por exemplo, o consumo de pimenta está associado à força, ousadia e características da personalidade masculina", observa Byrnes. Independentemente de você comer pimenta porque gosta de fortes emoções, detesta pratos insossos ou está seguindo algum instinto ancestral para evitar alimentos estragados, uma coisa parece certa: com variedades de pimenta cada vez mais fortes sendo cultivadas, nunca vai faltar uma refeição apimentada.

Categoria: G1
Data: Domingo, 15 de Dezembro de 2019, 22:19:06 hr

Número de animais silvestres apreendidos em rodovias federais dispara em 2019

Na BR-040, em Minas Gerais, o número de ocorrências disparou porque os traficantes estão aproveitando a época de reprodução de aves. Número de animais silvestres apreendidos em rodovias federais dispara em 2019 O número de apreensões de animais silvestres nas rodovias federais brasileiras disparou, e muitos bichos resgatados precisam de cuidados especiais. De hora em hora, tem lanchinho na mamadeira. O filhote de tucano não tem nem dez dias de nascido e só tem chance de sobrevivência porque conseguiu vaga em uma espécie de UTI neonatal animal. ?Ele é alimentado com uma papinha especifica para a espécie. Eles não conseguem manter alimentação no trato digestivo por muito tempo. Então, se ficar muito tempo sem comer, como ele é muito frágil, acaba morrendo?, fala a médica veterinária e analista ambiental do Ibama, Cecília Barreto. Quase não tem mais espaço para tanto bicho silvestre na unidade do Ibama em Belo Horizonte. São aves que estão a centenas de quilômetros de casa por causa do comércio criminoso. A maior parte destes animais que vão parar nos centros de triagem do Ibama foi capturada ainda no ninho. Lá, eles precisam de cuidados parecidos com os que teriam dos pais: alimentação ainda é no bico e como muitos ainda não têm penas, eles precisam de aquecimento artificial. Filhotes de arara, por exemplo, vão passar um ano se adaptando até chegar o dia de voltar para a vida livre. O trauma da captura e o transporte em péssimas condições costumam levar, pelo menos, 20% dos bichos à morte. Mais de 20 mil animais silvestres foram apreendidos entre janeiro e outubro deste ano só nas rodovias federais do Brasil. Números que já superaram os do ano passado inteiro. Na BR-040, em Minas Gerais, o número de ocorrências disparou porque os traficantes estão aproveitando a época de reprodução de aves. ?Com certeza existe uma quadrilha atuando nessa região. A grande dificuldade que nós temos é descobrir de onde esses pássaros estão saindo, visto que as pessoas que são flagrados fazendo o transporte não nos dão detalhes?, afirma o porta-voz da PRF/MG, Aristides Júnior. Quem transporta, vende ou compra raramente fica preso. Recebe uma multa que varia de R$ 500 a R$ 5 mil por animal apreendido. Mas para dar um basta nessa covardia é preciso apelar para consciência. ?A gente tem que tentar conscientizar as pessoas. Não é nem porque vai ter uma multa, vai ter um crime. É porque, olha o que a gente está fazendo com a natureza. Eles podiam ser animais que estão soltos, de vida livre, fazendo sua função biológica, enfeitando que seja, e estão todos numa caixinha e vão gastar mais de ano para a gente conseguir devolver?, fala Cecília Barreto.

Categoria: G1
Data: Domingo, 15 de Dezembro de 2019, 22:16:26 hr

AO VIVO: Confira o Festival Halleluya Natal


Edição comemorativa dos dez anos de Halleluya Natal acontece no anfiteatro da UFRN. AO VIVO: Confira o Festival Halleluya Natal Edição comemorativa dos dez anos de Halleluya Natal acontece no anfiteatro da UFRN.

Categoria: G1
Data: Domingo, 15 de Dezembro de 2019, 22:13:03 hr

Polícia investiga a morte de mais um índio guajajara no Maranhão

Este é o quarto assassinato em menos de dois meses. A PM identificou cinco suspeitos, três adolescentes e dois homens, e os levou para a Imperatriz, onde as investigações estão concentradas. Polícia investiga a morte de mais um índio guajajara no Maranhão A polícia do Maranhão investiga a morte de mais um índio guajajara. Esse é o quarto assassinato em menos de dois meses. A Polícia Militar identificou cinco suspeitos de participarem do assassinato de mais um índio guajajara. São três adolescentes e dois homens, que foram presos e levados para Imperatriz, a segunda maior cidade do Maranhão, onde estão concentradas as investigações. Eles são suspeitos do assassinato do índio Erisvan Guajajara, de 15 anos, e de outro jovem, José Roberto do Nascimento, de 23 anos, que não é índio. Os dois foram assassinados com golpes de facão. O crime foi num bairro da periferia de Amarante do Maranhão, a 20 quilômetros da reserva indígena Araribóia. A polícia suspeita que os dois haviam se envolvido com traficantes de drogas. Emocionada, a família do índio pede para que morte não fique impune. "Isso aí doeu dentro do meu coração. Mas deixe estar, Deus tá vendo", emociona-se Roseane Souza, tia do índio. Segundo a Sociedade Maranhense de Direitos Humanos, que monitora a situação dos povos indígenas no estado, nos últimos dez anos, 36 índios foram assassinados no Maranhão. Só do mês passado para cá, quatro índios da etnia guajajara foram executados. Os guajajaras vivem em terras constantemente ameaçadas pela presença de madeireiros, invasores e traficantes de drogas - já que, muitas vezes, as áreas indígenas são usadas para o plantio de maconha. O ministro da Justiça, Sergio Moro, determinou que a Força Nacional de Segurança atue por 90 dias na reserva Terra Indígena Cana Brava - a região fica a cerca de 200 quilômetros do lugar onde o adolescente Erisvan foi assassinado. E onde dois índios foram mortos a tiros no fim de semana passado. A Funai disse que está acompanhando o caso e se colocou à disposição para ajudar no que for possível. A Comissão de Direitos Humanos da OAB no Maranhão cobrou das autoridades uma fiscalização mais rigorosa nas reservas indígenas. ?Essa proteção precisa ser uma atuação do Estado brasileiro. O Estado brasileiro tem uma responsabilidade com a ordem constitucional na proteção dos direitos dos povos indígenas", afirma Rafael Silva, presidente da comissão de direitos humanos da OAB.

Categoria: G1
Data: Domingo, 15 de Dezembro de 2019, 22:04:07 hr

Carro é incendiado em rua de Fortaleza


Veículo foi comprado há dois meses e meio e ficou destruído pelas chamas. Veículo estava estacionado próximo à residência do proprietário quando o incêndio teve início, no Demócrito Rocha. Rafaela Duarte/ SVM Um carro foi incendiado na Rua Mato Grosso, no Bairro Demócrito Rocha, em Fortaleza, na noite deste sábado (14). Conforme o proprietário do veículo, que não quis se identificar, o carro estava estacionado próximo à residência onde ele mora. ?Eu estava em casa, ouvi um papoco e corri. Quando eu vi era meu carro (?) só que quando eu cheguei já não dava mais para eu fazer nada, só esperar os bombeiros?, afirma. Uma equipe do Corpo de Bombeiros foi acionada para o local e conseguiu apagar o fogo, que deixou o veículo destruído. O carro foi comprado pelo homem há dois meses e meio. Segundo o proprietário, a suspeita é que o incêndio tenha sido causado por um homem com quem ele discutiu. Testemunhas afirmam que viram um suspeito de bicicleta próximo ao veículo antes do início do fogo. A vítima registrou um Boletim de Ocorrência (B.O). De acordo com a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), o caso será investigado pelo 11º Distrito Policial.

Categoria: G1
Data: Domingo, 15 de Dezembro de 2019, 21:46:22 hr
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