SEGUNDA FEIRA, 14 DE OUTUBRO DE 2019

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FONTE: GLOBO.COM - RSS

Tecnologia ajuda MS a revolucionar sistema de produção e com sustentabilidade


Matéria do +agroMS destaca como o uso das novas tecnologias e da inovação ajudaram o estado a dar um salto na produção agrícola nas últimas décadas. Repórter Evelyn Souza fez matéria sobre crescimento sustentável da produção agrícola do estado para o +agroMS Fábio Rodrigues/TV Morena Nessa reportagem tive o prazer de conhecer dois agricultores: Carlos Stefanello que cultiva grãos há mais de 40 anos e o Bruno Maggioni, agronômo, que vive sua segunda experiência no plantio de soja. A diferença entre os dois? Carlos é da época do plantio tradicional, muito mais trabalhoso. Todo ano, era previso fazer aração da terra. O solo ficava exposto por meses, sem uso, até o cultivo da próxima safra. O tempo foi passando e a tecnologia avançada apresentou aos produtores uma maneira mais prática e eficiente de plantar: O plantio direto. A técnica revolucionou o jeito de produzir alimentos e facilitou o trabalho no campo. A rotação de cultura também ajudou nisso. Funciona assim, numa mesma área a cada ciclo, o produtor pode fazer um rodízio com algodão, feijão ou milho. A vantagem? Duas safras, numa mesma área, sem sofrer com a exaustão do solo. O melhor de tudo isso, é que a agricultura de MS cresceu em cima de áreas degradadas. Numa época em que se fala tanto de preservação, não há como não falar dos avanços do Estado, em meio a sustentabilidade. Você pode não imaginar, mas em 1970, Mato Grosso do Sul produzia 400 mil toneladas de soja, em cerca de 1,8 milhão de hectares. A área hoje? 3 milhões de hectares, crescimento de 66%. E não para por aí! Na última safra de soja, o Estado colheu 9 milhões e meio de toneladas. Diante de tudo isso, fica a pergunta: Qual o segredo para produzir mais, sem ampliar a área de cultivo? Que conhecimentos tem o agricultor de hoje que não tinha há 40 anos? É isso que vamos responder. *Repórter Evelyn Souza junto com o repórter cinematográfico Magno Lemes e o auxiliar Fábio Rodrigues fizeram matéria sobre o crescimento sustentável da produção agrícola do estado para o programa +agroMS, que vai ar neste sábado (19), em homenagem ao Dia Mundial da Agricultura, que é comemorado em 17 de outubro.

Categoria: G1
Data: Segunda Feira, 14 de Outubro de 2019, 00:07:41 hr

Agricultor de MS acompanha revolução sustentável que provocou salto da produção agrícola; FOTOS


Evelyn Souza, Magno Lemes e Fábio Rodrigues foram conversar com o produtor rural Carlos Stefanello e o agronômo Bruno Maggioni para saber como o estado tem produzido cada vez mais e de forma sustentável. Evelyn Souza, Magno Lemes e Fábio Rodrigues foram conversar com o produtor rural Carlos Stefanello Evelyn Souza/TV Morena Reportagem também conversou com o agrônomo Bruno Maggioni sobre a produção sustentável no estado Fábio Rodrigues/TV Morena Agrônomo Bruno Maggioni destacou a equipe da TV Morena que agricultores do estado vem recuperando áreas degradas e incorporando ao sistema produtivo Fábio Rodrigues/TV Morena

Categoria: G1
Data: Segunda Feira, 14 de Outubro de 2019, 00:05:56 hr

Polícia violenta é polícia descontrolada e sem técnica


Wagner Magalhães/G1 Os discursos de guerra ao crime e as propagandas populistas de alguns novos governos no Brasil ? como o federal e os de São Paulo e Goiás, por exemplo ? já davam a ideia de que o quadro da violência policial se manteria em níveis elevados, semelhantes ao de 2018, ano em que bateu recorde histórico. Foi o que ocorreu neste primeiro semestre de 2019, como mostram dados do Monitor da Violência. Morreram 2.886 pessoas em supostos conflitos com policiais, em serviço e fora, valor 4% maior que o do mesmo período de 2018. A boa notícia é que 15 estados conseguiram reduzir essas ocorrências. Seis entre os nove estados nordestinos estão entre eles. Segue muito preocupante, no entanto, o discurso dos governos campeões de homicídios, que tentam enganar a população ao associar a violência policial com uma suposta eficiência ou produtividade da instituição. As polícias mais violentas do mundo surgem sempre nos países em que as instituições estão fragilizadas e as organizações criminosas estão fortes. Foi assim em lugares como Venezuela, El Salvador, Honduras, Colômbia, México e Jamaica, por exemplo, além de algumas polícias brasileiras, como a do Rio de Janeiro e a do Pará. A tolerância à violência policial pode se tornar uma vantagem comparativa importante no mercado criminal, abrindo espaço para que quadrilhas fardadas se transformem em mais uma facção criminosa. Uma corporação policial descontrolada pode, assim, se tornar protagonista da cena criminal local, como vem ocorrendo no Rio e no Pará, estados ameaçados por milícias. O escandaloso caso do Rio de Janeiro é o exemplo mais gritante desta visão destorcida de segurança. A taxa de mortes da polícia do RJ este semestre, por exemplo, é quase seis vezes maior que a da polícia paulista, que também é violenta ? responsável oficialmente por 20% de todas as mortes no estado. Foram 5,1 pessoas mortas por 100 mil habitantes pelas corporações fluminenses, taxa que é maior que a de todos os homicidas que mataram no primeiro semestre em São Paulo ? incluindo os policiais. O espírito beligerante da corporação no Rio pode ser sintetizado pelas imagens dos sobrevoos de helicópteros com policiais disparando contra a própria população desarmada no solo ? cenas que remetem aos piores momentos da história brasileira. Para piorar, o completo desinteresse do governo em controlar suas forças policiais, junto com a expansão das milícias, tem provocado um fenômeno aparentemente paradoxal no estado. O massacre cotidiano tem ocorrido junto com a diminuição geral dos homicídios, fato que tem levado o governador Wilson Witzel a defender essa ofensiva contra a própria população, como se as mortes provocassem ordem e aqueles que morreram merecessem este destino. Alguns especialistas e conhecedores da segurança pública do Rio com quem conversei estas últimas semanas, no entanto, levantam uma hipótese relevante e provável. A queda nos homicídios pode ser o sinal da formação de uma hegemonia criminal das milícias no estado, diante do enfraquecimento das facções rivais, como Comando Vermelho, Terceiro Comando e Amigos dos Amigos. São Paulo viveu esse processo a partir do fortalecimento do Primeiro Comando da Capital e sua ascensão como agência reguladora do crime no estado. O mesmo pode estar ocorrendo no Rio, o que diminuiria a dinâmica dos conflitos entre grupos locais. Ao contrário do que ocorreu em São Paulo, contudo, no Rio de Janeiro, esse grupo criminoso fardado se infiltra com cada vez mais velocidade nas instituições do estado. Bruno Paes Manso é jornalista e pesquisador do NEV-USP

Categoria: G1
Data: Segunda Feira, 14 de Outubro de 2019, 00:02:58 hr

O perigo da milicianização das polícias


Wagner Magalhães/G1 Os dados divulgados pelo Monitor da Violência indicam que a letalidade produzida pelas polícias estaduais cresceu 4,3% no primeiro semestre deste ano em comparação com o primeiro semestre de 2018. Considerando os dados das 26 UFs que responderam aos pedidos via assessoria ou à solicitação de LAI, foram 2.886 mortes neste ano, contra 2.766 no ano passado. O único estado que não enviou as informações foi Goiás, alegando que são sigilosos. Em uma postura deplorável, o estado vai na contramão da transparência e esconde dados que são de interesse público e que vinham sendo publicados pelo menos desde 2013, quando o Fórum Brasileiro de Segurança Pública passou a incluí-los em seu Anuário estatístico. O crescimento na letalidade policial se deve, principalmente, pela alta dos registros no Rio de Janeiro e no Pará. Apesar do aumento, 15 unidades da federação conseguiram êxito no controle do uso da força policial, resultando em menos confrontos e menos mortos em intervenções policiais. Um número ainda maior de estados teve também menos policiais assassinados. Em um contexto de redução da violência letal, que vem sendo observada desde 2018, o quadro para a grande maioria dos estados merece comemoração e indica que é possível enfrentar o crime e a violência com inteligência, respeito à lei e integração de esforços. Os dados também revelam o quão distintos são os cenários estaduais, e que padrões de uso da força policial são muito influenciados por culturas organizacionais. Via de regra, as mortes provocadas por intervenções das polícias civis são raras na maioria dos estados, o que se deve em parte ao próprio trabalho que desenvolve, focado na investigação. Mas no caso da Polícia Militar, responsável por 96% dos casos que resultam em morte, é necessário reconhecer que cada polícia revela padrões diferentes em relação ao uso da força. As polícias militares de Pernambuco, Paraíba, Espírito Santo e Distrito Federal, por exemplo, produzem pouca ou nenhuma letalidade em suas intervenções. Por outro lado, Pará e Rio de Janeiro preocupam por aparecem novamente como recordistas em relação ao número de mortos em intervenções policiais, com crescimento expressivo entre 2018 e 2019. Não parece ser coincidência, portanto, que ambos concentrem também metade dos policiais assassinados (54 dos 108 mortos neste ano). O principal elemento que une os dois estados, e que deveria preocupar as autoridades federais, é que em ambos existe a consolidação de milícias concorrendo com as facções criminosas tradicionais, muitas das quais formadas por policiais da ativa. No Rio de Janeiro as milícias só passaram a ser compreendidas como um problema a partir de 2008, quando a CPI das Milícias pediu o indiciamento de 225 políticos, policiais e agentes penitenciários. No Pará, a CPI das Milícias teve início em 2014 e revelou a existência de pelo menos três grupos com participação de policiais que vendiam segurança a traficantes, traficavam droga e atuavam também como grupos de extermínio. O controle do uso da força policial não é apenas discurso necessário a qualquer cidadão que se intitula um democrata. É, antes de tudo, condição básica para a existência da própria democracia. Quando o Estado abre mão do controle de suas polícias, dá margem para que as maçãs podres corrompam a organização e façam dela um agente que, em vez de garantir a ordem, produza o caos. A transcrição do telefonema de um policial militar para um traficante divulgada nesta semana pelo jornal 'O Globo' é a prova disso. Na ocasião, o policial do Bope encomenda a morte de um major que tentava combater atividades ilícitas na comunidade de Serrinha. Impossível estimar quantos policiais honestos foram assassinados no Pará e no Rio de Janeiro em circunstâncias como essa, na luta pelo combate à corrupção dentro de sua própria organização. As polícias são organizações públicas que servem aos cidadãos e existem para garantir a paz social. O fato de estarem autorizadas a usar a força não as isenta de controle e responsabilização. Com a discricionariedade que detém seus profissionais, portando armas em nome do Estado, o controle externo de sua atividade é condição básica para garantir a legitimidade de seus atos e para impedir que sejam corrompidas. Quem se opõe ao controle democrático da atividade policial ou é louco ou miliciano. Samira Bueno e Renato Sérgio de Lima são diretores do Fórum Brasileiro de Segurança Pública

Categoria: G1
Data: Segunda Feira, 14 de Outubro de 2019, 00:02:52 hr

Goiás alega ?sigilo? e é o único estado do país a não divulgar o número de mortes por policiais no 1º semestre


Secretaria da Segurança diz que informações, que foram passadas pelos outros 25 estados e pelo DF, têm ?caráter sigiloso? no estado. Para especialista, decisão causa estranheza, já que números são de ?interesse público?. Goiás é o único estado do país que não divulga o número de mortes cometidas por policiais no 1º semestre deste ano. Com isso, o levantamento feito pelo Monitor da Violência mostra os dados das outras 26 unidades da federação, com a exceção do estado do Centro-Oeste. Em nota, apesar de dizer que tem ?compromisso com a transparência no fornecimento de dados?, a Secretaria da Segurança Pública de Goiás diz que os números são sigilosos e não serão passados. ?A Secretaria de Segurança Pública (SSP) esclarece que entende a necessidade de uma comunicação transparente entre a administração pública e a sociedade, mas reitera que não deve desrespeitar as determinações legais da pasta. A SSP tem um único intuito: garantir a segurança pública dos cidadãos goianos e combater com rigor a criminalidade, dentro do amparo legal?, informa. O G1 pediu os dados no início de setembro para a assessoria de imprensa da SSP e via Lei de Acesso à Informação. Os dados, no entanto, não foram liberados. No Serviço Eletrônico de Informação ao Cidadão, foi feito ainda um recurso após a negativa inicial. Ele também foi indeferido. Em nota, a SSP diz que existe uma portaria, a 750/2016, que regulamenta e salvaguarda assuntos sigilosos produzidos e custodiados pela Secretaria da Segurança Pública. ?Esse documento, em seu inciso IV, determina que possuem caráter sigiloso as informações referentes a investigações policiais, a sindicâncias e a processos administrativos disciplinares, enquanto não concluídos. Destarte informamos que as ocorrências da natureza solicitada, acontecidas neste ano corrente e que tenham envolvimento de policiais, ainda estão sendo investigadas. Sendo assim, por determinação legal, possuem caráter sigiloso.? O G1, porém, não pediu detalhes sobre as investigações, apenas os números registrados como mortes em decorrência de intervenção policial ? uma informação que devia ser pública. Além disso, esse mesmo pedido já foi feito em duas ocasiões anteriores, para o balanço fechado de 2018 e para o balanço de 2017, ambos dentro do Monitor da Violência. Nas duas vezes, tal portaria já estava em vigor e, mesmo assim, as solicitações foram atendidas. Para Samira Bueno, diretora-executiva do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, causa estranhamento que o governo de Goiás se recuse a passar os dados, alegando que são sigilosos. ?Além do interesse público, são números que vinham sendo divulgados pelos governos anteriores periodicamente, o que demonstra a falta de transparência e seriedade da atual gestão?, diz. Trecho de vídeo de 1 minuto divulgado pelo governo de Goiás nas redes Reprodução/YouTube Em um vídeo divulgado em suas redes sociais no mês passado, o governo faz uma paródia do filme ?Tropa de Elite? para destacar as ações da polícia neste ano. ?Quando o governo deixa a polícia trabalhar, bandido tem que aprender a voar. Só que agora já está tarde para bater asa?, diz um dos trechos da peça publicitária. Ainda sobre os dados, a SSP diz que, ?ultrapassada a fase de sigilo das informações, as mesmas serão divulgadas?. O prazo para isso, no entanto, não é, em nenhum momento, informado.

Categoria: G1
Data: Segunda Feira, 14 de Outubro de 2019, 00:02:39 hr

Agronegócio é o propulsor socioeconômico de Mato Grosso do Sul


Dezenas de municípios de MS possuem no agro o principal aliado para desenvolvimento, geração de empregos e arrecadação de impostos. Mato Grosso do Sul tem na agropecuária uma de suas maiores forças econômicas. De acordo com levantamento do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), o estado tem 12 cidades entre os 100 principais municípios agropecuários do país. O ministério baseou seu trabalho na variação do Produto Interno Bruto (PIB) municipal apurado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) entre 2014 e 2016. Colocando em números o tamanho da produção agrícola, segundo a Federação Agricultura e Pecuária Mato Grosso do Sul (Famasul), a área de soja na safra 2018/2019 em Mato Grosso do Sul alcançou a marca de 2,900 milhões de hectares, o que equivale, aproximadamente, à extensão territorial da Bélgica, que é de 3 milhões de hectares. Força que também é traduzida em geração de renda e desenvolvimento. O G1 conversou com alguns dos principais municípios agropecuários de Mato Grosso do Sul e mostra a importância do agro para essas cidades. Imagem aérea de Maracaju, o maior município agropecuário de MS, de acordo com levantamento do MAPA Lucas Copetti Bardini Maracaju é o primeiro lugar do estado na lista do MAPA e 15° no Brasil. "A economia do município é impossível de desvincular do agronegócio, a interferência é direta em vários setores. Maracaju só é o que é hoje pelo agro", diz Frederico Felini, secretário de Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente da cidade. Ainda segundo o secretário, em época de colheita, a injeção de recursos na economia de Maracaju chega a R$ 1 bilhão. O município tem aproximadamente 283 mil hectares de soja plantada, 250 mil hectares de milho e 60 mil hectares de cana-de-açúcar. De acordo com o sindicato rural de Maracaju, a cidade é a maior produtora de milho do estado na safra deste ano e foi a maior produtora de grãos no ano passado. Foram mais de 817 mil toneladas de soja e 1,5 milhão de toneladas de milho colhidos na safra 2018/2019, ainda segundo dados do sindicato rural e da Famasul. Números que refletem também na geração de empregos de Maracaju. Conforme o secretário de Desenvolvimento Econômico, o município tem um saldo positivo de 463 vagas abertas em 2019, o quinto melhor resultado de Mato Grosso do Sul no ano. Milho é uma das principais culturas de Sidrolândia. Município é o segundo maior produtor de grãos do estado Reprodução/TV Morena Em 27° lugar na lista dos principais municípios produtores agropecuários do país e em 4º no estado , está Sidrolândia. De acordo com o sindicato rural, o município é o segundo maior produtor de grãos no estado, com 195 mil hectares de área plantada de milho safrinha (produção de 75 a 85 sacas por hectare) e 215 mil hectares de soja (produção de 48 a 50 sacas por hectare). A cidade ainda se destaca na produção de aves, com 8 milhões de cabeças - líder do ranking estadual - e na produção de ovos, com 6 milhões de dúzias, a segunda maior de Mato Grosso do Sul. Os números elevados também fazem Sidrolândia ter, no agro, o grande aliado para geração de empregos. Conforme o sindicato rural do município, 22% dos empregos gerados na cidade vêm diretamente do campo. Colocando as agroindústrias na balança, o número deve mais que dobrar, já que, ainda segundo a entidade, 30% dos postos de trabalho - cerca de 2.600 - vêm das indústrias. Aproximadamente 2.000 deles são da Seara, empresa do setor agropecuário. Com isso, o número de empregos gerados direta e indiretamente pelo agro em Sidrolândia pode chegar a pouco mais de 4 mil. Progresso do município que foi acompanhado pelo seu Ari Basso. Vindo do Rio Grande do Sul, o senhor de 72 anos chegou à cidade em 1973. Mesmo com a experiência em lavouras no Sul do país, a primeira colheita na propriedade não cresceu e Ari teve 400 hectares de produção perdidos. Foi quando ele percebeu que teria de fazer correção de solo. "No ano seguinte já começamos a colher, e, desde então, foi só melhorando. Quando cheguei, Sidrolândia era um campo nativo, com cinco ou seis lavouras começando e hoje é uma potência em Mato Grosso do Sul", conta, em entrevista por telefone. Seu Ari ainda diz que a produção mudou totalmente. "Na época quando se colhia bem era 30 sacas, hoje colhe entre 70 e 80 sacas. Mas também o custo da lavoura hoje é mais alto, nem se compara. Acho legal que sempre convivemos com secas, chuvas, veranicos, mas felizmente nunca tivemos problemas para tirar o sustento do agro", comenta. O homem de 72 anos acompanhou também todo o desenvolvimento do município. "Quando comecei a cidade tinha só seis mil habitantes, hoje tem quase 60 mil e só crescendo. Em todas as ruas vejo casas reformando ou construindo e o município continua crescendo, muito por conta do agronegócio". Plantação de soja em Chapadão do Sul. Cultura é responsável por 60% da área plantada do município. Fazenda Gávea Outra cidade que também respira o agronegócio é Chapadão do Sul. De acordo com o sindicato rural do município, 70% da população de cerca de 32 mil habitantes vive da agricultura, ou seja, aproximadamente 22 mil pessoas. O município ocupa a 77ª colocação no ranking das principais cidades com produção agropecuária do Brasil e a 8ª no estado. A agricultura empresarial é destaque, com as principais culturas sendo soja, que tem 60% da área plantada do município, e o milho, com 20%. Destaque também para indústrias de algodão e ração para confinamento de gado. O município possui, ainda, grandes empresas instaladas, como SLC Agrícola, Grupo Schlatter, Fazenda Indaiá e Grupo Duch, além da Usina IACO Agrícola, de açúcar e álcool. Isso faz com que a arrecadação de impostos da cidade seja, em grande parte, vinda do agro. Segundo Itamar Mariani, secretário de Finanças e Planejamento (SEFIP) de Chapadão do Sul, o município arrecada pouco mais de 70% de Imposto Sobre Serviços (ISS) vindos do agro, cerca de R$1,1 milhão. Ainda recebe do agronegócio entre 45 a 55% de Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), valor que chega a aproximadamente R$ 2,7 milhões para a prefeitura. A arrecadação com Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) também tem importante participação do agro em Chapadão do Sul, com aproximadamente R$ 31 milhões - cerca de 70% - dos R$ 45 milhões recebidos pela prefeitura. No total, apenas de impostos vindos do agro, o secretário diz arrecadar mais de R$ 40 milhões em 2019, que devem ser aplicados em melhorias do município. Confira os 12 municípios do estado que fazem parte do grupo dos 100 maiores produtores agropecuários do país e sua classificação neste ranking do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA): 15º lugar ? Maracaju 23º lugar ? Ponta Porã 24º lugar ? Rio Brilhante 27º lugar ? Sidrolândia 28º lugar ? Dourados 49º lugar ? Costa Rica 69º lugar ? São Gabriel do Oeste 77º lugar ? Chapadão do Sul 82º lugar ? Nova Alvorada do Sul 90ºlugar ? Caarapó 95º lugar ? Aral Moreira 96º lugar ? Laguna Carapã No próximo sábado (19), a TV Morena leva ao ar o programa +agroMS, uma produção especial em homenagem ao Dia Mundial da Agricultura, que é comemorado no dia 17 de outubro. Em formato dinâmico e inovador, vai apresentar reportagens sobre as principais cadeias produtivas do estado. O G1 tem uma página que será abastecida diariamente até a veiculação do programa com conteúdo produzido pelos repórteres que fizeram as matérias do +agroMS. São fotos, vídeos e textos, que vão enriquecer a produção e despertar ainda mais atenção e curiosidade para este importante setor da economia sul-mato-grossense.

Categoria: G1
Data: Segunda Feira, 14 de Outubro de 2019, 00:02:19 hr

Maioria dos estados registra queda no nº de pessoas mortas pela polícia; Brasil, porém, tem alta no dado no 1º semestre


País teve 2.886 mortes cometidas por policiais na ativa nos primeiros seis meses deste ano, contra 2.766 em 2018 ? uma alta de 4,3%. Dado é puxado por estados como Rio de Janeiro e Pará. Crescimento vai na contramão da queda de mortes violentas no mesmo período no Brasil (22%). Goiás é o único estado que se recusa a passar os dados. Maioria dos estados registra queda no nº de mortes por policiais no 1º semestre O Brasil teve no 1º semestre deste ano 2.886 pessoas mortas por policiais ? 120 a mais que no mesmo período de 2018. A alta no dado, no entanto, não é uma tendência nacional: a maioria dos estados teve queda nos registros nos primeiros seis meses de 2019. É o que mostra um levantamento exclusivo feito pelo G1 com base nos dados oficiais de 25 estados e do Distrito Federal. Dos 27 estados, 15 tiveram uma queda nas mortes cometidas pela polícia, 10 registraram uma alta e um se manteve no mesmo patamar. Goiás foi o único estado do Brasil que se recusou a passar os dados. O número de vítimas em confronto com a polícia cresceu 4,3% nos seis primeiros meses do ano. A alta vai na contramão da queda de mortes violentas no país, de 22% no 1º semestre. Já o número de policiais mortos caiu 42% ? foram 108 oficiais assassinados de janeiro a junho de 2019 (contra 187 no mesmo período do ano passado). Os dados, inéditos, compreendem todos os casos de ?confrontos com civis ou lesões não naturais com intencionalidade? envolvendo policiais na ativa (em serviço e fora de serviço). O levantamento faz parte do Monitor da Violência, uma parceria do G1 com o Núcleo de Estudos da Violência da USP e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. ANÁLISE DO FBSP: O perigo da milicianização das polícias ANÁLISE DO NEV-USP: Polícia violenta é polícia descontrolada e sem técnica METODOLOGIA: Monitor da Violência O levantamento revela que: 2.886 pessoas foram mortas por policiais no 1º semestre no Brasil ? um aumento de 4,3% em relação ao mesmo período de 2018 a maioria dos estados (15), porém, teve uma queda nos registros o Amapá é hoje o estado com a maior taxa de mortes por policiais o país teve 108 policiais assassinados nos primeiros seis meses deste ano (menos que em 2018, quando 187 oficiais foram mortos no mesmo período) o Pará tem, em 2019, a maior taxa de policiais mortos do país Número de pessoas mortas pela polícia em 2019 no Brasil é maior Wagner Magalhães/G1 A maioria das mortes em decorrência de intervenção policial (mais de 90%) aconteceu com oficiais em serviço. O pacote anticrime apresentado pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, propõe mudanças no trecho do Código Penal que trata do excludente de ilicitude. Hoje, o Código Penal elimina a punição em mortes cometidas por agentes de segurança (ou qualquer outro cidadão) em casos de estrito cumprimento do dever legal, legítima defesa ou estado de necessidade. Na proposta do ministro, agentes de segurança que cometam excesso por ?medo, surpresa ou violenta emoção? poderão ser isentados de punição, por exemplo, quando matarem alguém em serviço. No final de setembro, porém, o grupo de trabalho da Câmara que analisa o pacote anticrime rejeitou a mudança no excludente de ilicitude. O trecho ainda pode ser reincluído na análise em plenário. No início deste mês, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que é um ?absurdo? a condenação de policiais por ?excesso?. Segundo ele, autos de resistência são um "sinal" de que o policial trabalha e "faz sua parte". Número de policiais mortos tem caído ano a ano Wagner Magalhães/G1 Pará: letalidade e vitimização policial em alta O Pará está no topo dos dois rankings (de letalidade e de vitimização policial): é o 3º estado com a maior taxa de pessoas mortas pela polícia e o 1º em policiais assassinados. Cristiano Prado é uma das 322 vítimas de mortes cometidas por policiais no 1º semestre deste ano no estado ? que teve um aumento de 56% em relação ao mesmo período de 2018, quando foram registrados 206 casos. Cristiano foi preso junto com Lucas Souza em uma ação da Rondas Táticas Ostensivas Metropolitanas (Rotam) em abril. Segundo testemunhas, os dois, já algemados, foram executados pelos policiais no bairro da Pedreira, em Belém. Moradores fizeram um protesto após a morte dos jovens por considerar a operação truculenta. A polícia, por sua vez, diz que ambos foram mortos numa troca de tiros. A Corregedoria da PM investiga o caso. Testemunhas dizem que policiais executaram jovens algemados em Belém O secretário da Segurança do Pará, Ualame Machado, diz que o estado tem trabalhado para reduzir a letalidade policial. ?Em razão do choque operacional no início da gestão, tivemos um pequeno aumento em relação ao ano anterior. Mas os policiais entenderam a nossa forma de trabalhar, de atuar, que é com policiamento ostensivo, protegendo a sociedade e de outro lado também investigando quem quer que seja para que seja responsabilizado qualquer um que pratique ato em desacordo com a lei?, diz. Mas os policiais que matam também morrem. Houve um aumento de 40% no número de oficiais assassinados no estado do Norte do país. São 35 mortos (33 policiais militares e 2 policiais civis) de janeiro a junho, quase todos fora de serviço. Foram 25 em 2018. Machado afirma que o estado tem trabalhado para reduzir esses indicadores. ?Várias medidas estão sendo tomadas pelo governo. Cito a jornada extraordinária, aquela em que você compra parte da folga do policial para que ele possa trabalhar em prol da sociedade, evitando que faça atividade paralela e corra riscos. Também foram implementados programa habitacionais, para que os policiais saiam de algumas áreas de risco e possam levar sua família e morar perto de outros colegas. Foi autorizada ainda a utilização de coletes até mesmo na folga para que eles fiquem mais protegidos, além de outras medidas, como capacitações e treinamentos.? Rio de Janeiro: recorde de mortes em confronto O Rio de Janeiro é outro estado que figura nas primeiras posições dos rankings: tem a 2ª maior taxa de pessoas mortas pela polícia e aparece no 5º lugar entre os estados com mais policiais mortos considerando o efetivo das corporações. O estado teve, no 1º semestre, 885 vítimas de confrontos com a polícia. É o maior número desde o início da série histórica do ISP (Instituto de Segurança Pública), em 1998. Para Andréa Amin, coordenadora do Grupo de Atuação Especializada em Segurança Pública do Ministério Público do Rio de Janeiro, a política de enfrentamento é decorrente de uma cultura da polícia do Rio. ?Ela tem protocolos, mas esses protocolos em uma parte da cidade são seguidos e, em outras, não são seguidos.? "Reduzir a letalidade policial é também reduzir a vitimização porque, se eu reduzir o número de operações, eu reduzo o risco que cerca o policial nessas operações. Então uma coisa está diretamente atrelada a outra?, afirma. Policial militar Miqueias Ribeiro foi morto ao chegar em casa em Japeri (RJ) Reprodução/Redes sociais A família do policial militar Miqueias Ribeiro ainda vive o luto da morte do jovem, assassinado a tiros quando chegava em casa em janeiro deste ano em Japeri (RJ). ?A gente nunca acha que vai acontecer com a gente. Mas acontece. E a gente sente a dor da perda das outras famílias?, afirma o tio, Israel Ribeiro da Silva. "Existe uma forma diferente de trabalhar segurança pública que não seja através de políticas de enfrentamento, não seja através de estatísticas numéricas de cadáveres que vão se acumulando", diz a promotora Andréa Amin. "Será que não é hora de parar e mudar a forma de trabalhar para ver se o resultado também se altera?" Mais mortos pela polícia, menos violência? O levantamento aponta que não há uma relação direta entre letalidade policial e diminuição da violência nos estados. Dados do Monitor da Violência mostram que todos os estados do país tiveram queda no número de mortes violentas no 1º semestre. E os que mais reduziram os assassinatos não necessariamente tiveram um aumento de mortes pela polícia. Amazonas, por exemplo, teve o maior crescimento de mortes pela polícia entre 2018 e 2019: 325%. Ele não foi, porém, o estado que teve a maior redução no número de mortes violentas. Na verdade, foi o 18º, com queda de 16,3%. Já Pernambuco teve a maior queda no número de pessoas mortas por policiais (44,8%) e sua redução nas mortes violentas foi até maior que a do Amazonas no período (23,1%). A Secretaria da Segurança do Amazonas diz que "os óbitos por autos de resistência decorrem de situações em que a vida do policial é posta em risco durante o combate direto com suspeitos de crimes, em situações de flagrante do ato criminoso nas quais os infratores resistem à ordem de prisão e tentam ceifar a vida dos policiais". "É um ato de legítima defesa própria ou dos colegas de farda, previsto no Código Penal. Todo caso é apurado através de sindicância investigativa." A jovem Thalia Oliveira tinha 18 anos quando foi atingida por um disparo de um policial militar durante uma blitz em Rio Preto da Eva (AM) Arquivo pessoal Os casos no estado continuam a ocorrer. Em agosto, Thalia Oliveira, uma universitária de 18 anos, morreu após ser baleada por um policial militar durante uma blitz em Rio Preto da Eva, a 83 km de Manaus. Segundo familiares, a jovem retornava para casa com um amigo em uma motocicleta quando foi abordada por dois policiais militares. O tiro foi disparado por um sargento. "O PM diz que atirou para cima, para que o motociclista parasse, mas quem é que atira para cima e acerta na cabeça da pessoa? Isso para mim é considerado como execução. Não tem nada de erro?, conta Thalisson Gabriel, irmão da vítima. Segundo a Polícia Militar, o sargento foi afastado das atividades para que a conduta seja investigada. Outros dois estados também registraram uma alta no número de mortes pela polícia bastante expressiva. Amapá teve um aumento de 242% e Piauí, de 263%. O secretário da Segurança do Amapá, o coronel José Carlos Correa de Souza, diz que a alta letalidade no estado se dá por conta do aumento dos confrontos das forças policiais com organizações criminosas, que migraram para estados do Norte e do Nordeste do país nos últimos anos em busca de novas rotas para o tráfico de armas e de drogas. ?Com uma série de operações policiais que começou a acontecer nas fronteiras do Mato Grosso e do Mato Grosso do Sul, as organizações começaram a procurar rotas alternativas pro tráfico. Eles se instalaram em outros lugares e se fortaleceram, mas tem uma organização rival aqui no Amapá que compete com eles. No meio disso, infelizmente a polícia precisa garantir a segurança. Os trabalhos de inteligência hoje são muito focados em desarticula-los, mas acabamos entrando em embate e a letalidade aumenta?, afirma o secretário. Segundo o coronel, o estado está investindo principalmente em inteligência para diminuir os índices. ?Nós temos uma coordenadoria integrada de inteligência onde todas as forças de segurança estaduais e federais estão. É essa a tentativa para a redução. Se eu não conseguir desarticula-los, infelizmente esse embate vai continuar na rua.? Já a Secretaria de Segurança do Piauí diz que não comenta sobre ações em uma amostra de dados específicos de um curto espaço de tempo. "Os dados precisam de tempo pra serem analisados dentro de uma linha histórica para construir um planejamento amplo", afirma. Falta de padronização e transparência O levantamento do G1 durou mais de um mês para ser realizado. Os dados foram solicitados via Lei de Acesso à Informação (sob a mesma metodologia utilizada nos anuários do Fórum Brasileiro de Segurança Pública) e também foram pedidos às assessorias de imprensa das secretarias da Segurança. Houve demora na entrega dos dados na maioria das unidades da federação. Parte dos estados solicitou a prorrogação do período para resposta pela Lei de Acesso à Informação e, mesmo assim, não cumpriu o prazo estabelecido. Em alguns casos, o mesmo pedido, feito da mesma forma, foi respondido, sem explicação, de forma diferente pela assessoria e pelo setor responsável pelo Serviço de Informações ao Cidadão. Para chegar aos dados finais, foi preciso recorrer e sanar as disparidades, dando uma confiabilidade maior à estatística. Além disso, os pedidos não foram respondidos na íntegra. Rio de Janeiro e Sergipe, por exemplo, não possuem os dados de morte separados por policiais em serviço e fora de serviço. Já Pernambuco e Rio Grande do Norte dizem não ter o número de pessoas mortas por policiais em folga. Apenas um estado não enviou nenhum dado: Goiás. A Secretaria de Segurança Pública diz que os dados são sigilosos, respaldados pela portaria nº 750/2016. Veja os dados de pessoas mortas pela polícia por estado (a ordem está da maior taxa para a menor): Pessoas mortas pela polícia no 1º semestre de 2019 A taxa semestral serve apenas como base de comparação entre os estados; o padrão internacional é utilizar a taxa a cada 100 mil habitantes para dados anuais. Veja os dados de policiais mortos por estado (a ordem está da maior taxa para a menor): Policiais mortos no 1º semestre de 2019 Participaram desta etapa do projeto: Coordenação: Thiago Reis Dados e edição: Clara Velasco, Felipe Grandin e Thiago Reis Produção (vídeo): Felipe Grandin (G1 Rio) e Jorge Sauma (G1 PA) Roteiro (vídeo): Thiago Reis Edição (vídeo): Henrique Pinheiro Edição (infografia): Rodrigo Cunha Design: Amanda Georgia Paes e Wagner Magalhães

Categoria: G1
Data: Segunda Feira, 14 de Outubro de 2019, 00:02:12 hr

Mega-Sena pode pagar prêmio de R$ 30 milhões nesta segunda


Apostas podem ser feitas até 19h, em lotéricas ou pela internet. Aposta única da Mega-Sena custa R$ 3,50 Marcelo Brandt/G1 O concurso 2.197 pode pagar um prêmio de R$ 30 milhões para quem acertar as seis dezenas. O sorteio ocorre às 20h (horário de Brasília) desta segunda (14) em São Paulo (SP). O sorteio foi adiado devido ao feriado de 12 de outubro. Para apostar na Mega-Sena As apostas podem ser feitas até as 19h (de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país ou pela internet. A aposta mínima custa R$ 3,50. Probabilidades A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para a aposta simples, com apenas seis dezenas, com preço de R$ 3,50, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa. Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 17.517,50, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 10.003, ainda segundo a Caixa. Saiba como é calculado o prêmio da Mega-Sena

Categoria: G1
Data: Segunda Feira, 14 de Outubro de 2019, 00:01:19 hr

Gols do Fantástico: Flamengo vence é segue líder do Brasileirão

Em Curitiba, na Arena da Baixada, o Athletico Paranaense recebeu o time carioca e perdeu por 2 a 0. Vasco enfrentou o Fortaleza e venceu com um gol de pênalti. Gols do Fantástico: Flamengo vence e segue líder do Brasileirão Na Arena da Baixada, em Curitiba, o Athletico Paranaense recebeu o Flamengo e perdeu por 2 a 0. Com o resultado, o time carioca se mantém na liderança do Campeonato Brasileiro. No Rio de Janeiro, em São Januário, o Vasco recebeu o Fortaleza e venceu com um gol de pênalti. Já em Fortaleza, no Castelão, o Ceará recebeu o Avaí e também venceu por 1 a zero.

Categoria: G1
Data: Segunda Feira, 14 de Outubro de 2019, 00:01:07 hr

Fant 360: uma viagem para curtir por todos os ângulos

Renata Ceribelli foi ao paraíso das aventuras radicais: a Nova Zelândia. A repórter encarou uma catapulta humana, conheceu um vulcão ativo e se aventurou em passeio em um barco a jato. Que aventuras se escondem do outro lado do mundo? O Fant 360 mostrou que, na Nova Zelândia, as experiências têm sempre uma adrenalina a mais. A temporada teve mais emoção do que nunca. Veja os desafios encarados por Renata Ceribelli em 360°. 1) A catapulta humana Para começar, Renata Ceribelli encarou uma aventura que não é para os fracos: a catapulta humana! Só o nome já dá frio na barriga... E o balanço gigante? ? 2) O brilho dos insetos Quando entraram em uma caverna na Nova Zelândia, Renata Ceribelli e equipe sabiam que seria uma grande aventura. Mas não dava para prever as surpresas que eles encontrariam pela frente. Caminhar no escuro, na água, por caminhos estreitos e flutuar. Até encontrar uma imagem misteriosa: os glow worms. ? 3) Do frio ao calor Na Nova Zelândia não faltam opções de aventura. E vai de um extremo ao outro: do fogo ao gelo! No terceiro episódio, Renata Ceribelli conheceu um vulcão ativo há mais de 150 mil anos e explorou a maior geleira do país, que tem com 29 quilômetros de extensão. ? ? 4) Velocidade na água No quarto episódio, as aventuras na Nova Zelândia continuaram. Dessa vez, a repórter Renata Ceribelli foi até o Rio Shotover para encarar mais adrenalina com uma tirolesa em queda livre e um passeio em um barco a jato que atinge 90 km/h. ? Em Auckland, a maior cidade na Nova Zelândia, Renata Ceribelli escolheu uma torre de 328 metros para ver o pôr do sol. O local tem uma vista privilegiada. ? 5) Cultura maori A última parada do Fant 360 na Nova Zelândia é Rotorua, o Centro das tradições maori. Um lugar onde o solo é tão quente, que o tempo todo fumaça sai do chão, das rochas, dos lagos. O parque foi criado para preservar a natureza igualzinha a séculos atrás. A repórter Renata Ceribelli conheceu algumas curiosidades da cultura maori, os primeiros habitantes da Nova Zelândia. ??

Categoria: G1
Data: Segunda Feira, 14 de Outubro de 2019, 23:48:09 hr

Renomado treinador de lutadores é acusado de estuprar duas jovens

As vítimas faziam parte de um projeto social e ainda eram menores de idade quando, segundo a denúncia, começaram os abusos. Renomado treinador de lutadores é acusado de estuprar duas jovens Um renomado treinador de lutadores brasileiros está sendo acusado de estupro por duas jovens que chegaram a ser consideradas promessas no boxe. Elas contaram à polícia que também eram agredidas pelo professor. As vítimas faziam parte de um projeto social e ainda eram menores de idade quando, segundo a denúncia, começaram os abusos.

Categoria: G1
Data: Segunda Feira, 14 de Outubro de 2019, 23:36:04 hr

Navio fantasma pode ter causado manchas de óleo que contaminaram praias do Nordeste

Essa hipótese surge por questões políticas: o embargo americano ao petróleo da Venezuela. Um navio fantasma poderia ter vazado o óleo e seguido viagem. Navio fantasma pode ter causado manchas de óleo que contaminaram praias do Nordeste Como o petróleo venezuelano foi parar no mar? Teria vindo de um naufrágio? Vazado de um navio? Uma embarcação fantasma, sem localizador, seria a responsável pelo desastre que atingiu a costa nordestina? São hipóteses que a Marinha e cientistas brasileiros estão investigando para decifrar esse enigma. Após 42 dias, a área atingida pelas manchas de petróleo continua aumentando. O que já sabemos sobre o que provoca esse desastre ambiental? Sabemos a origem. Três testes confirmam que o petróleo vem da Venezuela. A identificação é precisa a nível molecular. Basta uma microgota. O equipamento separa e mede cada componente do óleo. O resultado é um gráfico, como se fosse o DNA do óleo. A Petrobras analisou 30 amostras e descobriu que o óleo cru foi misturado com produto refinado. Mas onde esse petróleo vazou no mar? Um pesquisador do Inpe criou um modelo matemático que leva em consideração o ritmo de aparecimento das manchas no litoral e o comportamento das correntes marinhas dia a dia, e chegou a um ponto a 400 quilômetros da costa, entre o Recife e Maceió, bem no cruzamento de duas rotas marítimas importantes. A Marinha agora concentra as investigações na área que avança 800 quilômetros pelo mar. A Marinha pode acompanhar todos os navios - sabendo rota, carga e velocidade - em tempo real. Em um mês, do início de setembro a início de outubro, 1060 navios tanque, carregando petróleo ou derivados, passaram pela área; 30 estão sendo investigados. Uma hipótese é: um naufrágio. Mas poderia um navio afundar sem nunca pedir socorro ou ter seu desaparecimento reportado? A hipótese de um naufrágio antigo ter começado a vazar é ainda mais remota. Mas também é investigada. Mas e se o naufrágio fosse de um navio fantasma? Um navio que não está registrado, não usa ou desliga o sinalizador e, portanto, está fora dos sistemas de monitoramento. Essa hipótese surge por questões políticas: o embargo americano ao petróleo da Venezuela. Um navio fantasma poderia ter vazado o óleo e seguido viagem. Outra hipótese, que pode envolver ou não um navio fantasma: uma transferência de carga em alto mar, que deu errado. Na investigação, a Marinha procura navios que tiveram comportamento suspeito como ligar e desligar localizadores ou buscaram reparo de emergência ao redor do mundo, e analisa imagens de satélite em colaboração com o governo americano. Mas ainda podem se passar muitos dias, e a mancha continuar descendo a costa, antes de termos as respostas.

Categoria: G1
Data: Segunda Feira, 14 de Outubro de 2019, 23:19:50 hr

'Pessoa ciumenta, explosiva, paranóica', diz ex-mulher de preso por ataques com ácido em Porto Alegre


Empresário foi preso em Curitiba, e alegou à Polícia que realizou os ataques para que a mulher sentisse medo de viver em Porto Alegre. Cinco pessoas ficaram feridas e precisaram de atendimento médico. Mulher foi casada por cinco anos com autor dos ataques com ácido em Porto Alegre, preso na semana passada Reprodução/RBS TV Uma semana após a prisão do homem apontado pela Polícia Civil como autor dos ataques a cinco pessoas com ácido em ruas da Zona Sul de Porto Alegre, a mulher que foi casada por cinco anos com ele falou à RBS TV. Conforme a versão apresentada informalmente por ele à investigação, o empresário Wanderlei da Silva Camargo Júnior, de 48 anos, agiu para assustar a ex, e convencê-la a se mudar com ele para Curitiba. Ele foi preso na capital paranaense no último dia 4. Conforme a investigação, Wanderlei possui casas nas duas cidades. O relacionamento foi conturbado e marcado por agressões, como relatou a mulher, que não será identificada. "Muito ciúme, muita cobrança. Ele colocava escutas na minha casa, colocava câmeras escondidas, um programa espião no meu aparelho celular, que até hoje eu não consegui tirar", conta. Wanderlei é sócio de uma agência de viagem na capital paranaense, que também tem escritório em Porto Alegre. Após o fim do casamento, ele passou a perseguir e ameaçar ela. Conheça detalhes da investigação que prendeu empresário por atacar pessoas com ácido Inclusive na semana do ataque, a mulher relata ter sido perseguida por ele, enquanto saía com uma amiga. "Depois mandou mensagem de ameaça dizendo que está sempre de olho em mim, que ia saber todos os meus passos, que era para ele saber se eu era merecedora do amor dele ou não, essas coisas. Eu falei: 'não quero teu amor. Esse amor que tu acha que tu tem eu não quero mais. Para mim não serve mais", afirma. Confira os relatos das vítimas dos ataques com ácido em Porto Alegre "Ele é uma pessoa explosiva. Tem componentes de raiva, e é uma pessoa extremamente ciumenta, possessiva, paranóica", conta a mulher, que relata ter sofrido agressões dele por duas vezes. A polícia descobriu a identidade do homem ao analisar câmeras de segurança. Descobriu também que pelo menos três carros foram alugados naqueles dias. E concluiu que Wanderlei, que alugou um deles, trocou as placas antes dos ataques. "Muito importante foi a prova técnica desse inquérito policial, onde nós temos a presença desse carro alugado em todos os pontos do ataque, com horário preciso do GPS desses veículos, que aponta a presença do suspeito em todos esses locais", afirma a diretora do Departamento de Polícia Metropolitana, delegada Adriana Regina da Costa. Empresário, de 48 anos, foi preso na sexta-feira (4) no Paraná Divulgação/Polícia Civil A ex-mulher acredita que Wanderlei escolheu a região por saber que ela frequenta a Zona Sul de Porto Alegre. "Uma rua é onde a minha irmã mora. Ele sabia da minha rotina", relata. Ela rejeita a versão apresentada por Wanderlei como motivo para os ataques. "O objetivo dele não era eu ir morar em Curitiba. Eu acho que ele estava fazendo vítimas para caso resolvesse me queimar com ácido ou sumir com meu corpo ou alguma coisa assim relacionada a ácido, achassem que eu era só mais uma vítima do ácido", afirma. "Eu acho que poderia ser uma próxima vítima". Se pudesse falar algo às pessoas que foram atingidas pelos ataques de Wanderlei, a mulher afirma que diria que nunca se sabe quem está do seu lado. "Por mais que tu pense que tu conhece alguém, a gente nunca conhece a pessoa de verdade. E que eu realmente nunca queria que elas tivessem passado por isso", conclui. Em nota, o advogado que defende Wanderlei, Wellington Alves Ribeiro, ressalta que a versão apresentada por ele à Polícia não é oficial, já que, em interrogatório formal, o preso ficou em silêncio. Também afirma que a investigação é sigilosa, e que ainda não teve acesso integral aos autos do inquérito. "O julgamento precipitado apenas torna o fato que já é bastante triste ainda mais doloroso para todas as partes envolvidas. A defesa afirma que os fatos serão enfrentados após o oferecimento da denúncia", aponta. Agasalho furado pelo líquido que foi jogado em uma das vítimas, em Porto Alegre Arquivo pessoal Relembre os ataques Os ataques aconteceram nos dias 19 e 21 de junho, nos bairros Nonoai e Aberta dos Morros. Quatro mulheres e um adolescente foram atingidos pelo líquido, que o IGP confirmou ser ácido. A cidade ficou em pânico. A polícia acredita que ele tenha premeditado os ataques. Uma das vítimas é Bruna Machado, que voltava para casa depois de um dia inteiro de faxina. O agressor se aproximou de bicicleta, e jogou o líquido na direção dela. "Eu achei que tava caindo, derretendo o meu rosto", conta. Ela teve queimaduras profundas no rosto e no braço. Por pouco, os olhos não foram atingidos. No outro dia de ataques, Wanderlei usou o carro identificado pela Polícia. As roupas atingidas pelo líquido foram periciadas pelo IGP, que constatou se tratar de ácido sufúrico, como explica o perito criminal Marcos José Souza Carpes. "Ele é um ácido extremamente forte, corrosivo, tem um poder de desidratação muito grande. A hora que tocar na pele vai desidratar, vai formar uma queimadura química, então o dano é bem agressivo na pele ou em outros materiais que sejam suscetíveis a esse ácido", diz. Vítima sofreu queimaduras em parte do rosto e pescoço após ataque com líquido corrosivo em Porto Alegre Arquivo pessoal

Categoria: G1
Data: Segunda Feira, 14 de Outubro de 2019, 23:14:02 hr

Conheça detalhes da investigação que prendeu empresário por atacar pessoas com ácido

Wanderlei da Silva Camargo Júnior, de 48 anos, é acusado pela polícia de ter atacado cinco pessoas com ácido sulfúrico em Porto Alegre. Conheça detalhes da investigação que prendeu empresário por atacar pessoas com ácido Como agia o empresário acusado de atacar pessoas com ácido nas ruas? O Fantástico mostra os detalhes da investigação que prendeu Wanderlei da Silva Camargo Júnior, um empresário de 48 anos, acusado pela polícia de ter atacado cinco pessoas com ácido sulfúrico em Porto Alegre. A ex-mulher do empresário conta que ele a agrediu duas vezes e que depois da separação, ele passou a persegui-la. Ela conseguiu uma medida protetiva contra Wanderlei, que é sócio em duas agências de viagem - uma em Curitiba e outra na capital gaúcha. Mas o que explica um empresário bem-sucedido estar sendo acusado pela polícia de jogar ácido em pessoas que sequer conhecia? À polícia, o empresário disse informalmente que planejou os ataques para convencer a ex-mulher que Porto Alegre seria uma cidade perigosa. Com medo, ela reataria o casamento e se mudaria para Curitiba com ele.

Categoria: G1
Data: Segunda Feira, 14 de Outubro de 2019, 23:08:13 hr
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